Componentes de uma rede ótica:

Mux e Demux

A Figura (a) nos mostra a representação de um Sistema WDM, onde vários sinais óticos de mesma intensidade, com espaçamento adequado e com comprimentos de onda altamente estáveis, são combinados em um dispositivo ótico passivo, denominado Multiplexador ótico, ou Mux.ótico, ou ainda simplesmente Mux.

Na outra extremidade da Fibra, um equipamento chamado Demultiplexador ótico, ou Demux.ótico, ou ainda simplesmente Demux.

 

Transponder

Na realidade é muito difícil obter comprimentos de onda entrantes em um Multiplexador ótico, com sinais de mesma intensidade e, com espaçamento adequado entre eles.

Para resolver esta situação foi desenvolvido dentro do Sistema WDM um subsistema chamado de Transponder que se encontra de modo simplificado ilustrado na Figura (b), que tem por finalidade uniformizar a intensidade e comprimentos de onda dos sinais óticos recebidos e, impor um espaçamento adequado.

 

OADM

No início, os sistemas DWDM em um enlace ponto a ponto, não podiam ser retirados ou adicionados ao longo deste enlace. Entretanto, em um curto espaço de tempo foram desenvolvidas novas técnicas denominadas OADM (do Inglês: O ptical A dd and D rop ) permitindo que comprimentos de onda fossem retirados e, ou adicionados, em pontos ao longo de um enlace.

Estes primeiros sistemas eram do denominado tipo estático, isto é, os comprimentos de onda retirados e inseridos eram fixos.

A Figura (c) nos ilustra um sistema DWDM, com um OADM deste tipo.

Com o advento dos Diodos LASER´s sintonizáveis, uma parte do problema acima descrito foi resolvido, pois não seria mais necessário ter em estoque, para fins de troca e reposição, unidades de Add and Drop, mas sim algumas unidades, que no caso de serem utilizadas, seriam sintonizadas em campo para o Comprimento de Onda desejado, como nos mostra a Figura (d).

Com o passar do tempo, alguns fabricantes incorporaram em seus produtos a possibilidade de executar a inserção e retirada de Comprimentos de Onda, de forma remota, permitindo desta forma o chamado ROADM (do Inglês: Reconfigurable Optical Add and Drop) , ou seja, um OADM Reconfigurável.

Alguns equipamentos apresentam hoje, inclusive, a possibilidade da conversão de Comprimentos de Onda, característica esta extremamente desejável em Sistemas de Alta Complexidade, onde pode ocorrer o fenômeno indesejável, de dois Comprimentos de Onda iguais.

A Figura (e) nos mostra a aplicação prática de um OADM, inserido em um Enlace.

 

OXC

Outro elemento fundamental, a ser usado na arquitetura de uma Rede Totalmente ótica (em inglês, All Optical Network : AON ) é o chamado Optical Cross Connect, abreviado como OXC, ou seja, comutador ótico.

A Figura (f) ilustra o esquema de um Comutador Totalmente ótica, que pode conectar qualquer Sinal ótico, entre n portas de entrada e n portas de saída, não necessitando para isto, fazer conversão qualquer tipo de conversão ótico - Elétrico - ótico.

A Figuras (g) e (h), nos mostram a interligação de duas Redes óticas, por meio de um OXC.